segunda-feira, 26 de outubro de 2020

A MALDIÇÃO DOS ANOS ZERO - qual será o destino do próximo presidente dos Estados Unidos?

 

A história da maldição começou por volta de 1811 nos Estados Unidos. Houve uma batalha entre as tropas liderada por William H. Harrison e a tribo indígena Tippecanoe, liderados por Tecumseh e seu irmão Tenskwatawa, conhecido pelo apelativo de "o Profeta".  Quando Harrison tornou-se foi candidato a presidente dos EUA em 1836, Tenskwatawa lançou uma maldição contra ele e todos os futuros ocupantes da Casa Branca. O chefe indígena previu que seu inimigo não venceria neste ano, mas em 1840 seria eleito. Desta forma Tenskwatawa lançou a seguinte maldição:

“Harrison não ganhará este ano o posto de Grande Chefe. Mas ganhará da próxima vez. E quando o fizer não terminará o seu mandato. Morrerá durante o exercício.” “Digo-vos que Harrison morrerá e quando ele morrer vós recordareis a morte do meu irmão Tecumseh. Vós credes que perdi os meus poderes, eu que faço que o Sol escureça e os peles-vermelhas deixem a aguardente. Digo-vos que ele morrerá e depois dele, todo o Grande Chefe escolhido a cada 20 anos daí em diante, e quando um morrer, todos recordarão a morte de nosso povo.”

Desde 1840 todos os presidentes Norte-americanos eleitos em anos terminados com o número “zero” quando não morrem assassinados ou de morte natural, são alvos de atentados.

PRESIDENTES AMERICANOS QUE SUPOSTAMENTE SOFRERAM COM A MALDIÇÃO DOS ANOS ZERO.

:

Ano

Presidente

Causa da morte

Assassino

Ano da morte

1840

William Henry Harrison

Pneumonia

1841

1860

Abraham Lincoln

Assassinado

John Wilkes Booth

1865

1880

James A. Garfield

Primeiro

Assassinado

Charles J. Guiteau

1881

1900

William McKinley

Assassinado

Leon Czolgosz

1901

1920

Warren G. Harding

Causas não esclarecidas. (acredita-se que foi ataque cardíaco)

1923

1940

Franklin D. Roosevelt

Terceiro

Quarto

Hemorragia cerebral

1945

1960

John F. Kennedy

Assassinado

Lee Harvey Oswald

1963

1980

Ronald Reagan

Sofreu atentado, porém sobreviveu. (saiu vivo da Casa Branca)

John Hinckley Jr.

-

2000

George W. Bush

Atentado de 11 de setembro (um avião abatido tinha como alvo a Casa Branca).

Al Qaeda

2001

 

 

ELEIÇÕES NOS ESTADOS UNIDOS - "A MALDIÇÃO DOS ANOS ZERO" - o próximo presidente pode morrer durante o mandato.

 

A história da maldição começou por volta de 1811 nos Estados Unidos. Houve uma batalha entre as tropas liderada por William H. Harrison e a tribo indígena Tippecanoe, liderados por Tecumseh e seu irmão Tenskwatawa, conhecido pelo apelativo de "o Profeta".  Quando Harrison tornou-se foi candidato a presidente dos EUA em 1836, Tenskwatawa lançou uma maldição contra ele e todos os futuros ocupantes da Casa Branca. O chefe indígena previu que seu inimigo não venceria neste ano, mas em 1840 seria eleito. Desta forma Tenskwatawa lançou a seguinte maldição:

“Harrison não ganhará este ano o posto de Grande Chefe. Mas ganhará da próxima vez. E quando o fizer não terminará o seu mandato. Morrerá durante o exercício.” “Digo-vos que Harrison morrerá e quando ele morrer vós recordareis a morte do meu irmão Tecumseh. Vós credes que perdi os meus poderes, eu que faço que o Sol escureça e os peles-vermelhas deixem a aguardente. Digo-vos que ele morrerá e depois dele, todo o Grande Chefe escolhido a cada 20 anos daí em diante, e quando um morrer, todos recordarão a morte de nosso povo.”

Desde 1840 todos os presidentes Norte-americanos eleitos em anos terminados com o número “zero” quando não morrem assassinados ou de morte natural, são alvos de atentados.

Presidentes incluídos na linha da suposta maldição

Eleito

Presidente

Causa da morte

Assassino

Ano da morte

1840

William Henry Harrison

Pneumonia

1841

1860

Abraham Lincoln

Assassinado

John Wilkes Booth

1865

1880

James A. Garfield

Primeiro

Assassinado

Charles J. Guiteau

1881

1900

William McKinley  

Assassinado

Leon Czolgosz

1901

1920

Warren G. Harding

Causas não esclarecidas. (acredita-se que foi ataque cardíaco)

1923

1940

Franklin D. Roosevelt

Terceiro

Quarto

Hemorragia cerebral

1945

1960

John F. Kennedy

Assassinado

Lee Harvey Oswald

1963

1980

Ronald Reagan

Sofreu atentado, porém sobreviveu. (saiu vivo da Casa Branca)

John Hinckley Jr.

-

2000

George W. Bush

Atentado de 11 de setembro (um avião abatido tinha como alvo a Casa Branca).

Al Qaeda

2001

 

 

domingo, 4 de outubro de 2020

A MALDIÇÃO DE HUGO CHAVES

     

Tenho acompanhado com muita atenção a pandemia de Covid-19. Parece um aviso de Deus. Esta onde de coronavírus é forte o suficiente para assustar a humanidade, porém não chega a ser, de longe, a maior praga que o ser humano já enfrentou ou enfrenta. Nesta publicação quero ratificar o fato de que hoje as Américas são o epicentro desta infame virose. Mas antes eu vou mostrar a China não é a responsável pelo que acontece no nosso continente. É do conhecimento de todos que o Covid-19 foi descoberto na China no final de dezembro de 2019. Pode ser que o grande país asiático tenha demorado em lançar um alerta, mas a OMS só declarou estado de pandemia em meados de janeiro, quando a doença já se espalhava na Europa. Nas Américas o vírus demorou um pouco mais a chegar, porém antes do continente africano.

No gráfico abaixo podemos observar claramente que quando a epidemia do novo coronavírus perdeu o controle nos EUA, na China a mesma já estava controlada.

Gráfico: Evolução da pandemia de Covid-19 na china e nos Estados Unidos. (Fonte: www.bing.com/covid)

 

            Existem suspeitas de que o novo coronavírus já estivesse em Wuhan desde os Jogos mundiais militares em outubro de 2019. Segundo o portal G1 (disponível em 06.05.2020) atletas franceses foram internados logo após o retorno dos jogos com pneumonia. O mesmo aconteceu com atletas americanos que chegaram ser internados na cidade chinesa, com os mesmos sintomas. Portanto a hipótese de que algum militar de outro país tivesse levado o novo coronavírus para a Wuhan não pode ser descartada. O certo é que ninguém se atentou para esta doença até o final de dezembro do ano passado.

            Não sou epidemiologista. Faço pesquisas na área de fruticultura tropical. Porém, como pesquisador, conheço as ferramentas necessárias para fazer uma boa pesquisa. Sei que um número nu e cru pouco significa, porém quando correlacionados com outros pode nos trazer informações valiosas. Informações, ainda que “valiosas” por si só não geram conhecimentos. É necessária a elaboração de análises por parte de especialistas. Como não sou epidemiologista poucas coisas posso concluir com segurança. Decidi publicar porque sei que estes dados chegarão a médicos sanitaristas que poderão dar melhor destino às informações. Mesmo que apenas em suas cabeças.

            Foram selecionados vinte e sete países (de 200 pesquisados) de acordo com a população e o número de contágio. Na primeira coluna a posição do país em população, sendo que a China recebe o número “1”, a Índia “2”, EUA “3”, etc.

 

Tabela 1 – Número de casos por população.

            Entre os oito países com maiores números relativos de casos, dado em percentagem da população, encontram-se nas Américas, exceção feita à Espanha, que ocupa a sexta colocação. Embora a África do sul seja a nona da lista, vemos no continente Africano a Nigéria, um país reconhecidamente pobre, com a população igual a do Brasil, com 0,028% de pessoas infectadas contra 2,162 nos Estados Unidos e 2,209 no caso do Brasil. Isto sem falar dos “campeões” como Peru e Chile, com 2,411 e 2,385, respectivamente. Na China, onde começou a pandemia, a relação é de 0,006.

Depois da China, em um segundo momento o vírus se espalhou pela Europa e países vizinhos, como Índia, Indonésia e Filipinas (para não falar de Coréia e Japão, que nem mereceram estar incluída na listagem). Todo o Continente Eurasiano está em condições muito melhor que o continente Americano. A própria Índia que figura como o segundo maior foco do novo Coronavírus, devido à sua imensa população, em termos relativos não figura nem entre os quinze países em percentual de infectados pela população.

 

Tabela 2 – Casos relativos me mortes por Covid-19 (mortes por milhões de habitantes)

            Não poderia deixar de fazer o mesmo estudo para o número de mortes por países. Neste caso houve uma pequena melhora para os países das Américas. Mas mesmo assim, ente os cinco que possuem maior mortalidade por habitantes quatro são do continente, apenas a Espanha aparece em terceiro lugar. Porém quando observamos os dez países para esta relação, o número de países Europeu sobe para quatro, sendo seis das Américas. De novo vemos os países asiáticos e africanos com índices menores. Neste caso também a China se saiu melhor que todos os países pesquisados, e neste caso a Venezuela vem logo a seguir.

            Como não sou infectologista nada posso concluir além do que os números mostram. A China, por mais que tenha atrasado a notificação, parece não ter influência nos altos índices de infecção e mortalidade por habitantes nos Estados unidos. A capacidade tecnológica dos países parece que não influiu muito, pois os países africanos, onde há maior pobreza, estão se saindo bem. O mesmo ocorreu com países do sudeste asiático.

            A Venezuela foi incluída como “controle”, poderia ser Cuba, Uruguai, Bolívia ou Paraguai. Porém foi escolhida a Venezuela por ser um contraponto a outros países do continente. Por coincidência foi o país das Américas com melhor performance.

            Aqui termino com um pouco de humor. Pode ser humor negro, mas brasileiro perde o amigo, mas não perde a piada.

            Entre os países com pior desempenho estão os países do chamado “Grupo de Lima”, que se reuniram na capital peruana para discutir como tirar Nicolás Maduro da presidência da Venezuela, assim como enterrar de vez o bolivarianismo na América Latina. Estiveram, além do Peru, Brasil e Estados Unidos, a Argentina, o Chile e a Costa Rica. Países que mais estão sofrendo com o Covid-19. E a Espanha? Onde entraria nesta maldição? Não sei... “Porque no te callas!”

domingo, 16 de agosto de 2020

ENTRE TAPAS E BEIJOS O COMUNISMO É VIÁVEL

 

            Hoje acordei com uma espécie de epifania. O pensamento lógico que vou demonstrar aqui não foi elaborado por mim. Infelizmente perdi a referência quanto a autoria. Apenas utilizarei estas proposições para provar que por mais egoísta que as pessoas sejam, uma sociedade comunista é viável dentro da lógica dialética indivíduo/sociedade.

            Nesta história há dois personagens. A primeira eu vou chamar de Egoísta. Seu objetivo é sempre levar vantagem, independente dos efeitos que seus atos terão sobre a Sociedade. A outra personagem é a Sociedade Comunista, cuja única ação é reagir positivamente ou negativamente às iniciativas do Egoísta (princípio de crítica e autocrítica). Temos que imaginar que exista um ambiente de abundância, ou seja, existem bases materiais para suprir todas as necessidades de todos os personagens.


            A ação positiva será representada por um beijo. A ação negativa será uma tapa. A iniciativa é do Egoísta. Digamos que ele escolha “tapa”, a Sociedade devolve “tapa”. O Egoísta diz “beijo”, a sociedade responde “beijo”. Com decorrer do jogo, o Egoísta percebe que ele pode levar vantagem em tudo se ele disser apenas “beijo”, porque a Sociedade sempre devolverá seu “beijo”.

            Conclusão: por mais egoísta que uma pessoa seja é mais vantagem viver em cooperação.

sábado, 15 de agosto de 2020

QUAL É A MAIOR ECONOMIA DO MUNDO? OS ESTADOS UNIDOS, É CLARO!

 

            O PIB nominal tem sua melhor utilização quando se compara o crescimento econômico dentro de um país ao longo dos anos. Porém qualquer economista sabe que o PIB nominal apresenta grandes distorções comparativas entre os países do mundo. Isto ocorre devido às diferentes políticas cambiais dos países. O Brasil, exportador de commodities, tem o Real desvalorizado para vender seus produtos mais baratos no mercado internacional. A França, assim como os muitos países da zona do Euro é produtora de tecnologia, prefere valorizar sua moeda para exportar seus produtos mais caros. Uma forma de corrigir estas distorções seria pela “paridade do poder de compra”. Ou seja, calcular a capacidade de compra de cada país do mundo e comparar. Mas como determinar o valor de cada mercadoria? Um quilo de banana no Brasil é barato e um quilo de cereja é caro. Na França um quilo de banana pode ser mais caro que um quilo de cerejas.

            Várias tentativas foram feitas ao longo do século passado para minimizar as discrepâncias na comparação dos valores de PIB entre os países, mas somente agora, com o desenvolvimento de sistemas computacionais mais rápidos se encontram mais próximo da realidade.

            Abaixo apresento duas tabelas de PIB, tendo como referência o Banco Mundial, referente ao ano de 2018.


            Como podemos observar, pelo cálculo do PIB nominal, o Brasil aparece em nono lugar, enquanto a França aparece em sexto. Quando comparamos os valores do PIB pelo valor de compra a situação se inverte.

            No topo da tabela também há uma inversão. Pelo PIB nominal, os Estados Unidos é a maior potência econômica mundial. Porém quando observamos o PIB pelo poder de compra, a China aparece com uma economia maior. Neste caso quais os valores devem ser levados em consideração, os calculados pelo método tradicional, menos rigoroso, ou o método moderno, mais elaborado?

            É claro que a maior potência econômica ainda é os Estados Unidos. É conveniente para os americanos serem a maior potência. Isto ajuda a mante sua hegemonia sobre o mundo. É conveniente para os chineses para obter simpatia dos países do terceiro mundo e continuarem a avançando sobre estes mercados. Por outro lado o PIB per capita dos chineses é bem menor que dos americanos.

            Até 2025 os chineses provavelmente vão ultrapassar os americanos também no PIB nominal. Vamos ver o que acontece até lá.