segunda-feira, 7 de março de 2016

CHAMAR A GLOBO DE NAZISTA É FÁCIL! QUER VER PROVAR!



reproduçãoOs 11 princípios do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels e a comparação com as práticas das Organizações Globo. 


Qualquer semelhança com as práticas da mídia golpista brasileira é mera coincidência...
reproduçãoCarlos David Ide

reprodução 






Conhece Joseph Goebbels, o violento ministro de propaganda de Hitler? Estes são os 11 princípios que levaram o povo alemão a tentar exterminar à humanidade:

1.- Princípio da simplificação e do inimigo único.

Simplifique não diversifique, escolha um inimigo por vez. Ignore o que os outros fazem concentre-se em um até acabar com ele.

Para as Organizações Globo o epicentro de toda a corrupção no Brasil está no Partido dos Trabalhadores e suas lideranças. Portanto estes devem ser punidos e retirados da vida pública.

2.-Princípio do contágio

Divulgue a capacidade de contágio que este inimigo tem.  Colocar um antes perfeito e mostrar como o presente e o futuro estão sendo contaminados por este inimigo.

Aqueles partidos e militantes que se aliam aos governos do PT, se contaminam e se tornam corruptos também.

3.-Princípio da Transposição

Transladar todos os males sociais a este inimigo.

Todos os problemas econômicos são por pura irresponsabilidade dos governos petistas, mesmo que a crise seja internacional e que o preço mundial do petróleo tenha caído por motivos externos levando todas as petroleiras a rever seus orçamentos, inclusive a Petrobrás, que neste contexto vem se saindo bem.

4.-Princípio da Exageração e desfiguração

Exagerar as más noticias até desfigurá-las transformando um delito em mil delitos criando assim um clima de profunda insegurança e temor. “O que nos acontecerá?”

O jornal “O Globo”, e os telejornais da TV Globo, dedica muito tempo a notícias negativas sobre o governo Dilma, assim como dá muito espaço a manifestações contra o governo e o PT. Por outro lado se omite ou dedica pouco espaço a notícias favoráveis ao governo.

5.-Princípio da Vulgarização

Transforma tudo numa coisa torpe e de má índole. As ações do inimigo são vulgares, ordinárias, fáceis de descobrir.

Qualquer iniciativa do Governo, por mais que favoreça o povo brasileiro é noticiado como algo deletério. Quando não há como fazê-lo, utiliza-se da expressão “por outro lado...” para mostrar um ponto negativo, muitas vezes sem relevância.

6.-Princípio da Orquestração

 Fazer ressonar os boatos até se transformarem em notícias sendo estas replicadas pela “imprensa oficial”.

A mesma notícia é repetida dezenas de vezes até leitor ou telespectador aceitar aquilo como verdade.

7.-Princípio da Renovação

Sempre há que bombardear com novas notícias (sobre o inimigo escolhido) para que o receptor não tenha tempo de pensar, pois está sufocado por elas.

As organizações Globo sempre apresenta um novo escândalo contra o Governo Dilma ou o PT.

8.-Princípio do Verossímil

Discutir a informação com diversas interpretações de especialistas, mas todas em contra do inimigo escolhido. O objetivo deste debate é que o receptor, não perceba que o assunto interpretado não é verdadeiro.

Como a mídia é oligopolizada, os principais jornais, revistas e rede de TV, sempre publicam as mesmas notícias, mesmo que sejam falsas, proporcionando novas versões e interpretações.

9.-Princípio do Silêncio.

Ocultar toda a informação que não seja conveniente.

Toda informação positiva sobre o PT, governo, Lula e Dilma, não são anunciados ou são apresentadas laconicamente.

10.-Princípio da Transferência

Potencializar um fato presente com um fato passado. Sempre que se noticia um fato se acresce com um fato que tenha acontecido antes.

Existem inúmeros exemplos apresentado pela mídia e grande imprensa. Como sempre lembrar o “Mensalão”.

11.-Princípio de Unanimidade

Busca convergência em assuntos de interesse geral  apoderando-se do sentimento  produzido por estes e colocá-los em contra do inimigo escolhido.

Como a mídia é oligopolizada, porém sob a hegemonia das Organizações Globo. É bom lembrar aqui o papel dos anunciantes, que querem que o Brasil entregue suas riquezas aos grupos oligárquicos internacionais.


Agora apresente sua defesa na parte reservada à respostas neste Blog.

Baseado em artigo do Jornal GGN

terça-feira, 10 de março de 2015

FALANDO A LÍNGUA DAS ELITES: São justas e pragmáticas as “regalias” da Petrobras no Pré-sal?

            Existem muitas críticas de empresários, economistas e executivos quanto a obrigatoriedade da participação da Petrobrás com no mínimo 30%, além de ser a operadora única os campos de petróleo do pré-sal.

- Porque é justo?
            O merecimento da Petrobrás está no fato da descoberta inédita de grande volume de petróleo abaixo de uma camada imensa de sal. Petróleo abaixo de uma camada de sal já foram descobertas antes, mas de uma camada dão espessa é a primeira vez. Por ser de dificílimo acesso, a Estatal teve de dispor de tecnologia de ponta e cara para efetuar tal descoberta. Conclui-se, portanto, que nenhuma empresa privada pesquisaria petróleo com tanto risco, sem a garantia de que seria regiamente compensada no caso de descoberta de grandes reservas. Para aqueles que são contra a “intervenção do Estado na economia”, gostaria de lembrar que a Petrobrás é uma empresa de capital misto.

- Porque pragmático?
            Nada impede que a Petrobrás se associe a empresas estrangeiras na exploração de pré-sal, trazendo tecnologia ao país. Por outro lado contribui para desenvolver o empresariado local e geram emprego no próprio país. Os impostos serão arrecadados aqui e investido no Brasil. Se existem políticos corruptos que desviam recursos públicos é outra história. Devem ser combatido com veemência, doa a quem doer.

            Existem motivos não apenas políticos mais técnicos. Mas antes é preciso responder a pergunta: Porque regime de partilha e não concessão?

            Na realidade o Brasil opera um sistema misto: no pré-sal utiliza-se o sistema de partilha, no resto dos campos (mesmo se for descobertos novos campos) o sistema de concessão, pois o risco é bem maior. No pré-sal não há risco. Todos os lotes que serão leiloados têm petróleo. O que se discute é se um determinado campo tem mais ou menos petróleo. Portanto não há muito risco, o que por si só já desestimula o governo usar o regime de concessão. Esta é uma questão de pragmatismo político. Os países importadores de petróleo preferem o sistema de concessão. Este sistema, realmente favorece a pesquisa e a extração, acarretando consequentemente o aumento de produção. Mas qual a grande vantagem do sistema de partilha? Os países exportadores de petróleo tem interesse que o preço do petróleo esteja em um patamar elevado, para isso foi criado a OPEP, o mega cartel do petróleo. Mesmos os exportadores que não fazer parte da OPEP têm interesse nos altos preços internacional do petróleo. Portanto há uma necessidade de um controle estatal da produção, para que se produza uma quantidade que venha provocar uma queda muito acentuada nos preços.

            Mas o Brasil é apenas um país autossuficiente, quase não importa nem exporta petróleo. Porque este interesse, agora, pelo regime de partilha? Porque a necessidade de controlar a produção? Porque qualquer empresa privada (ou não) quer recuperar seu capital e obter retorno o mais rápido possível. Um aumento exagerado da produção será inevitável, podendo até desequilibrar os preços internacionais do petróleo em favor dos importadores, como os Estados Unidos. O Brasil almeja, realmente, ser exportador de petróleo em médio prazo e está se preparando para isso.

            Mas não basta um regime de partilha para controlar o aumento de produção por parte do governo. Este é o motivo pelo qual foi nomeada a Petrobras como a operadora única do Pré-sal. Que como já dissemos se justifica, pois foi esta Empresa que descobriu a existência destes megacampos.






sábado, 21 de fevereiro de 2015

COMO FUNCIONA O PROCESSO DE IMPEACHMENT NO BRASIL


            Inicialmente por iniciativa de um deputado é elaborado um pedido de impeachment, no qual leva a assinatura de diversos parlamentares que apóiam o processo. Este pedido é levado ao presidente câmara (hoje deputado Eduardo Cunha - PMDB/RJ). Cabe a este decidir se o pedido será arquivado ou será levado à apreciação dos deputados. Esta primeira fase é mais comum do que se pensa: Durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff foram encaminhados catorze pedidos, todos rejeitados.

          Caso o presidente da Câmara decida pela continuidade, o pedido é apresentado par apreciação dos deputados. Dois terços dos deputados (342 votos) deverão votar pelo prosseguimento, caso contrário o pedido será arquivado. Posteriormente o pedido será encaminhado ao Senado, que também deverá ser aprovado por dois terços dos senadores (54 votos favoráveis). A seção do senado será presidida pelo presidente do STF (atualmente Ministro Ricardo Lewandowsky).

            Passado estes trâmites, inicia-se o processo de impeachment, que terá 180 dias para ser julgado. Durante este período o Presidente da República é afastado do cargo, assumindo o Vice Presidente (hoje Michel Temer/PMDB). No caso do Vice também estar sob julgamento, assumirá o presidente da Câmara.

            As punições será a perda de mandato simples, ou perda de mandato e inelegibilidade por oito anos (Caso de Fernando Collor de Melo).

            No caso de impeachment, assumirá o Vice Presidente. Se o Vice presidente também for punido, assumirá, provisoriamente, o presidente da Câmara. Caso este esteja também impedido ou não queira assumir, na linha sucessória estão o Presidente do Senado (Renan Calheiros) e o Presidente do STF (Ricardo Lewandowski).

            No caso de impeachment, o Vice Presidente governará até o final do período de mandato. Nos outros casos haverá uma nova eleição: se o impeachment ocorrer nos dois primeiros anos do mandato presidencial, haverá eleições diretas em dois turnos. Se ocorrer nos dois últimos anos, o novo presidente será eleito pelo congresso.

            Como se pode observar um processo de impeachment é altamente traumática para o Brasil, tanto político, social ou economicamente. Este procedimento só pode ser recomendado em casos extremos, como ficar claro que o presidente trata-se de um criminoso (o que não foi o caso de Collor, um erro!), falta-lhe moral e ética para o cargo, de tal forma que sua permanência seja extremamente danosa para o país.

            Embora o processo de impeachment seja mais político que jurídico, não é recomendado para um mal governante, pois o remédio faz mais mal à saúde do país que a própria doença. Deste modo, seja qual for o ponto de vista, o processo de impeachment não se aplica para a Presidenta Dilma Rousseff, e, por enquanto, nem ao Governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB).

 

Fonte: Jornal Estado de São Paulo (Estadão Conteúdo).